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Mostrando postagens de junho, 2014

Manifesto ao Perdão.

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Muito se ouve falar em relação à Restituição. Todos desejam ser restituídos! Dos impostos que pagam, da Receita Federal, do namorado que a amiga roubou, da amizade que te levaram, dos sonhos perdidos por uma decepção, da dor que aquela traição trouxe. O que mais se deseja é ser restituído. Ressarcido. Recompensado. Justificado. Beneficiado. Honrado. Porém, o que quase nunca – ou nunca mesmo – se ouve falar é em ser o agente desta restituição. Por que não, o que deseja ser restituído, restituir alguém? Não importa se você foi o causador da perda do outro, mas, você pode auxiliá-lo a superar essa perda. Você também precisa ser restituído, também está carregado de dor e medo, e acha que não tem nada para oferecer, mas tem: Compreensão. A compreensão de quem sabe exatamente o quanto dói perder algo. A compreensão de quem sente a dor que o outro sente, e, sabe exatamente o que isso lhe causa. Doar-se ao outro enquanto o que mais se deseja é receber atenção. Dar o abraço...

Coloque o mundo no MUDO.

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O mundo gira, mas o dela para. Na verdade já está assim há algum, mas ninguém se atreveu a perguntar o que houve. Ou tem medo da resposta ou não querem mesmo saber, porque ela, não é problema de ninguém. E por mais que digam que querem ajudar, quem perguntou, perguntou apenas porque precisava de uma frase pra começar a conversa, e, antecipar o pedido que seria feito. Ela já foi forte. Era doce, sonhadora, empolgante. Seu mundo girava depressa, mas, cada minuto era muito bem aproveitado, cheio de vida. Seus dias exalavam alegria. Ela distribuía incentivo, motivação, elogios e abraços. Mas, quando a alegria se afastou, o incentivo aos outros deixou de existir também. Ela começou a ser carente de elogios, abraços, e, mais ainda, carente de pessoas. Fulana murchou. Afogou-se em lágrimas por vários dias. Anos até. Foi perdendo aquela vitalidade tão costumeira. O brilho em seus olhos foi ofuscado por uma nuvem de silêncio e isolamento. E ela parou. Colocou o mundo ao s...

Anas e Peninas.

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Já diz o ditado que quando nasce um filho, nasce junto uma mãe. Mas, você não se torna mulher por ser mãe. Você já nasce mulher. Você não se torna uma  super mulher  por ter se tornado mãe. Mas, você passa a exercer um papel sublime, o de mãe, quando de fato aceita essa função, mesmo sem ter gerado dentro de você o filho que te fez mãe. Colocar no mundo não é difícil (para a maioria das mulheres é muito fácil), mas ser Mãe com “M” maiúsculo é. Porém, ser mulher com “M” maiúsculo também é difícil. Uma mulher que acorda antes das 6h todos os dias pra ir trabalhar fora de casa, chega depois das 19h em casa, e ainda tem os afazeres domésticos, se cansa tanto quanto uma mãe que se dedica em tempo integral à casa, aos filhos e ao marido. Não existe essa história de que por ser mãe e acumular tarefas diárias, sou melhor, mais mulher ou me canso mais do que quem trabalha 8h por dia na rua e enfrenta o trânsito em ônibus lotados. Até porque na empresa não podem...